Historicamente visualizada como um exclusivo metodológico jusprivatístico, a teorização comparada justificava, quanto ao Direito Constitucional, um desenvolvimento autónomo.
Rompendo com esse hiato, secular, a obra vertente propõe, numa parte geral, o exame da génese e evolução, noção, natureza, fins, tipos, e, mormente, do método utilizável, quanto ao poder político e quanto aos Direitos Fundamentais, e prossegue, numa parte especial, a respetiva aplicação ao estudo de oito ordens jusconstitucionais liberais-democráticas.