A elaboração desta obra teve em vista dar a conhecer aos Advogados e aos Advogados Estagiários algumas das questões mais importantes sobre o exercício da advocacia e sobre a deontologia profissional dos advogados. E, por isso mesmo, foram seguidas, como linhas de orientação, as matérias indicadas nos Títulos II e III do Estatuto da Ordem dos Advogados, onde se regulamenta o Exercício da Advocacia e a Deontologia Profissional.
A publicação desta obra teve em vista, fundamentalmente, a divulgação das normas Estatutárias, e referir algumas outras normas não escritas, nomeadamente as normas relacionadas com os usos, os costumes e as praxes forenses. Normas essas que se reputam de fundamentais para um bom exercício da profissão.
Trata-se, pois, duma publicação que tem a ver com a auto-regulamentação da profissão do advogado, com a regulamentação da classe profissional que exerce a advocacia, tida como uma profissão humanística, e que tem por "missão" fundamental a defesa dos direitos dos cidadãos. O que implica a defesa intransigente dos direitos humanos, nomeadamente no que respeita à defesa dos mais fracos, dos mais humildes e dos mais carenciados.