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Preço Capa:
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Desconto:
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Preço Venda:
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Prazo de Entrega: 3 dias úteis
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Sinopse
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O controlo de gestão nem sempre é visto com bons olhos pelos gestores. Por vezes, atribuem-lhe conotações de "policiamento" e "burocratização" da gestão, criando-se barreiras e resistências à sua implementação.
Esta visão do controlo de gestão nada tem a ver com o sistema em si, mas com a forma como ele é concebido e implantado na empresa. A implementação do sistema de controlo de gestão não poderá ser feita à revelia dos gestores operacionais. Pelo contrário, sendo eles os clientes privilegiados do controlo de gestão, os produtos deste deverão dar resposta às suas necessidades e aos seus interesses, como utilizadores.
O sistema de controlo de gestão deve ser entendido como factor de desenvolvimento da empresa, na medida em que, afectando o comportamento dos gestores, os orienta no sentido da implementação da estratégia. Neste sentido, deve envolver todos os membros da organização por forma a melhorar os desempenhos individuais e organizacionais.
Orientar o presente no sentido da estratégia, significa conceber um conjunto de instrumentos orientados mais para o futuro do que para o passado. Tal envolve a necessidade de diagnóstico das realidades passadas e presentes e definição de um domínio de actuação para o futuro. A fixação de objectivos, a escolha de planos de acção e a concepção de relatórios de acompanhamento e de apoio à decisão, constituem actividades fundamentais para gerir esse futuro.
Influenciar o comportamento organizacional dos gestores significa conceber instrumentos orientados para a motivação e o empenho dos gestores no cumprimento de objectivos. A definição de uma adequada estrutura organizacional e a flexibilização do funcionamento interno, constituem factores-chave para desenvolver o espírito empreendedor do gestor.
Assim, o controlo de gestão não é um domínio de actuação simplesmente do controlador de gestão. São os gestores operacionais os principais actores do processo de controlo de gestão. É a estes que compete negociar objectivos, planos de acção, acompanhar as suas realizações e propor medidas correctivas. São, na prática os principais decisores. Compete ao controlador de gestão dotar o gestor de instrumentos que lhe permitam responder com êxito às exigências anteriores. Assim, a sua função será fundamentalmente de "design" e "consulta". O "design" deve estar presente na concepção dos instrumentos e a "consulta" na sua implementação e utilização.
Um adequado sistema de controlo de gestão ajuda a empresa a ter sucesso, pelo que urge divulgar os seus objectivos e as suas técnicas. É isso que nos propomos fazer com a publicação das ideias expressas neste livro. Consideramo-las como um contributo importante para o desenvolvimento da gestão e, que por isso, não poderíamos mantê-las num círculo restrito.
A nossa forma de olhar para os sistemas de controlo de gestão está espelhada na estrutura do livro que sistematiza esta temática em quatro partes distintas:
Na parte introdutória, que compreende o capítulo I, descreve-se a filosofia geral que deve estar presente num sistema de controlo de gestão e as suas fases de desenvolvimento;
Na segunda parte trata-se dos instrumentos de pilotagem, ou seja, dos produtos que o controlo de gestão pode oferecer aos gestores. Compreende os capítulos II a V que desenvolvem os principais aspectos relacionados com o planeamento e o acompanhamento das realizações. A articulação desses instrumentos e a sua adequação às necessidades e ajuda dos gestores constituem factores chave na sua escolha;
Na terceira parte incide-se sobre uma estrutura organizacional baseada em centros de responsabilidade, sistemas de preços internos e modelos de avaliação do desempenho, procurando-se demonstrar de que forma a estrutura pode orientar as decisões dos gestores no sentido da estratégia da empresa. Compreende os capítulos VI a IX, que incidem sobre um conjunto de conceitos virados para o dinamismo dos gestores e a criação de um espírito empreendedor.
Por último, a quarta parte trata dos aspectos relacionados com a concepção e implementação do sistema de controlo de gestão. Compreende os capítulos X e XI que incidem sobre as necessidades de diagnóstico do sistema de controlo de gestão e sobre o papel do controlador de gestão em todo o processo de controlo.
Não foi nossa intenção desenvolver os temas até à sua exaustão. Procurámos identificar os aspectos que merecem mais relevo por forma a serem de grande utilidade para o leitor, independentemente da sua formação académica.
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CARRINHO DE COMPRAS |
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